quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Será que existe perfeição?

Todos nós por vezes dizemos "Era mesmo isto que eu queria, é perfeito!" Mas será mesmo aquilo que nós queríamos realmente perfeito?
O que será mesmo a perfeição?
Será o significado de perfeição variavel de pessoa para pessoa ou existirá definição concreta de perfeição?

Aqui fica uma reflexão sobre o que será realmente perfeito.

P.S- Será este post realmente perfeito? =D

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

A natureza da ética

Desculpa, João, eu sei que agi mal, pois agi sem pensar. Deixei-me levar pelas minhas emoções e fiz asneira.

O que nos mostra isto acerca da teoria do emotivismo moral?

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

O que é a Arte?


Todos nós sabemos o que é arte: é a música, a pintura, a literatura (a poesia), o teatro, o canto, etc. Mas será que conseguimos definir arte? Eis a questão…
   Bom… se não sabemos definir o que é arte, então como podemos saber que tudo o que acabamos de referir é arte? Será que existe algo em comum entre as diversas artes? Ou é apenas o hábito de chamar ”arte” a todas elas?
    Será que uma obra de arte tem certas características que a distingue de tudo o que não é arte? Se assim for então que características são essas?
     Apesar de estas serem perguntas básicas, e já agora, a filosofia trata de perguntas básicas, estas perguntas fazem parte de um leque de questões que a filosofia da arte se encarrega de debater.
Para ajudar a reflectir sobre este pergunta, tomamos a liberdade de salientar as respostas de alguns filósofos bem conceituados.

ARISTÓTELES: «Pois tal como há pessoas que, por arte ou por hábito, imitam coisas com cores e formas, ou com a voz, o mesmo acontece com as artes atrás mencionadas: todas elas imitam separadamente ou em conjunto, recorrendo ao ritmo, à linguagem e à harmonia.» Esta teoria limita-se a defender que tudo o que é arte é imitação (que a imitação é uma condição necessária da arte) e não defende que tudo o que imita é arte (a imitação não é uma condição suficiente). Designa-se por teoria da arte como imitação.

LEÃO TOLSTOI: «O discurso, ao transmitir pensamentos e experiências das pessoas, serve como meio de união entre elas, e a arte tem um propósito semelhante. (...) Uma pessoa transmite a outra os seus pensamentos, pela arte. A actividade artística é baseada no facto de uma pessoa, ao receber através da sua audição ou visão a expressão do sentimento de outra pessoa, ser capaz de ter a experiência emocional, que motivou aquele que a exprime.» Esta teoria defende que o sentimento expresso pelo artista na sua obra tem de ser obrigatoriamente o que o público sentirá ao contemplá-la. É a teoria da expressão.

MORRIS WEITZ: «A arte, tal como a lógica do conceito mostra, não tem qualquer conjunto de propriedades necessárias e suficientes, logo, uma teoria da arte é logicamente impossível, e não apenas factualmente impossível. A teoria estética tenta definir o que não pode ser definido. (...) Todas as teorias apresentadas são inadequadas em diferentes aspectos. Todas pretendem fornecer uma descrição completa das características definidoras das obras de arte e, contudo, cada uma delas deixa de lado algo que as outras tomavam como central.» Morris limita-se a defender que todas as tentativas de definir a arte estão logicamente condenadas ao fracasso, pois não existe um conjunto de características comuns a todas as obras de arte.
Posto isto, em que ficamos? Será alguma destas teorias correcta? O que pensam?

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Objectivismo moral


Ana - Matar animais para os comer é moralmente errado. Não concordas Rui?
Rui - Não. Pelo contrário, matar animais para os comer nada tem de errado. E tu, Carla, concordas comigo ou concordas antes com a Ana?
Carla - Humm, para ser sincera, não sei bem. Estou algo confusa e não sei o que pensar sobre isso.

Tendo em conta que o objectivismo moral defende que o certo e o errado não dependem das opiniões de cada pessoa, será que tanto a Ana como o Rui e a Carla podem ser todos objectivistas?

Podemos realmente saber/conhecer alguma coisa?


Quão grande é realmente a diferença entre saber algo ou pensar que se sabe algo?

Pegando no exemplo discutido na última aula:

Um homem apaixonado por ténis e muito rico viaja para ver um jogo fenomenal entre duas estrelas, que já tinham jogado entre si no ano anterior. Chega ao campo em cima da hora, não arranja bilhetes e como o jogo já começou vai para o hotel vê-lo na televisão. Depois, no pub, um amigo diz-lhe que o jogo foi adiado por umas horas por causa da chuva e que em vez de passarem o jogo desse ano passaram o do ano passado e que, por acaso, o resultado final foi igual.

Portanto, ele tinha a crença de que o seu jogador favorito tinha ganho, a crença era justificada porque o tinha visto na tv e por acaso era verdadeira... Mas será que isso faz com que ele soubesse que o seu jogador preferido tinha ganho? Na minha opinião não, porque a sua justificação não era aceitável, apesar de pensar que o era. Ele não sabia... Ele pensava que sabia.

É como as cores, por exemplo... quando olhamos para uma parede branca pensamos o óbvio: ela é branca. Porém analisemos: as cores que nós vemos são as que são reflectidas para os nossos olhos, mas, se são reflectidas, então o objecto em questão não as tem...assim sendo, as verdadeiras cores de um objecto são as que ele tem, ou seja, as que ele absorve. se vemos a parede branca é porque ela reflecte o branco, ou seja, reflecte todas as cores. Se reflecte todas as cores, não possui nenhuma, logo, a parede é preta.

Nós tinhamos a crença de que a parede era branca, e a crença era justificada: nós viamos com os nossos proprios olhos! Mas será que a justificação é boa? Ou so parece que é boa? E se não for, como podemos saber quando uma justificação é ou não é realmente boa? Como podemos realmente saber alguma coisa?

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Conhecimento? O que quer isso dizer?

Professor - Será que todo o conhecimento é adquirido ou, pelo contrário, há coisas que nós sabemos e que não foi preciso aprender?
Ana - Acho, professor, que há certas coisas que nunca precisámos de aprender e que, portanto, vêm connosco de nascença.
Professor - Quer isso dizer que há conhecimentos inatos?
Ana - Sim, é isso mesmo.
Professor - És capaz de dar um exemplo de um conhecimento assim?
Ana - Olhe, professor, eu nunca aprendi a respirar: é algo que eu sei desde sempre.

Será a resposta da Ana uma boa resposta?